Eu sou a pétala que resiste a se despedaçar em tuas mãos
A gota de orvalho que dança nas folhas secas do teu passado
O cheiro da tua terra árida que se molha de chuva
E teu pensamento que desperta uma nostalgia acre-doce
Eu sou a palavra suave que perpassa teus horizontes intransponíveis
A lágrima áspera que expressa a saudade do que se foi
O silêncio amargo que empalidece o teu quarto vazio
E as paredes que emudecem os teus sentimentos não correspondidos
Eu sou a ponte alicerçada no universo das tuas experiências
A lembrança eufônica que afaga teu coração conspícuo
A fonte que alimenta a esperança do teu amor antigo
E os devaneios cor de rosa que florescem da tua dor
Eu sou a margem que delineia a travessia das tuas formas de sentir
A tranparência da água que reflete o teu desejo de reencontro
A introspecção das tuas vivências dolorosas e arrebatadoras
E a saída do labirinto imaterial que tenta te absorver
Eu sou o teu espelho refratado
Aquele que incide e propaga as cores da tua aquarela
[...]
(Thays Coelho)
Acredito na força destas palvras de Chapplin: "Tenho em mim todos os sonhos do mundo". E, para mim, não basta apenas tê-los...
quinta-feira, 8 de abril de 2010
quarta-feira, 7 de abril de 2010
Regressão
Rabisquei no papel linhas turvas
E no pensamento palavras torpes...
Rebusquei sentimentos efêmeros
E na alma segredos insanos...
Retirei do passado nuvens plúmbeas
E no coração resquícios de nostalgia...
Reconheci a simplcidade de um amor desguarnecido
E na volubilidade das águas sonhos intermitentes...
Revivi um sentimento distraído
E no amanhecer um surrealismo trascedente...
(Thays Coelho)
E no pensamento palavras torpes...
Rebusquei sentimentos efêmeros
E na alma segredos insanos...
Retirei do passado nuvens plúmbeas
E no coração resquícios de nostalgia...
Reconheci a simplcidade de um amor desguarnecido
E na volubilidade das águas sonhos intermitentes...
Revivi um sentimento distraído
E no amanhecer um surrealismo trascedente...
(Thays Coelho)
Opostos
Como emoção e intelecto
Carpe diem e o culto ao amanhã
Subjetividade e concretismo
Nós somos...
Rosa e carvão
Borboleta e labirinto
Chumbo e algodão doce
Abstracionismo e realidade
Espinhos e pétalas
Sinestesias e sonetos
Misticismo perfeito
Paradoxos transfigurados
(Thays Coelho)
Carpe diem e o culto ao amanhã
Subjetividade e concretismo
Nós somos...
Rosa e carvão
Borboleta e labirinto
Chumbo e algodão doce
Abstracionismo e realidade
Espinhos e pétalas
Sinestesias e sonetos
Misticismo perfeito
Paradoxos transfigurados
(Thays Coelho)
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