Acredito na força destas palvras de Chapplin: "Tenho em mim todos os sonhos do mundo". E, para mim, não basta apenas tê-los...
sexta-feira, 8 de junho de 2012
Cheia de esperanças... Lá estava ela de novo. Plantando suas sementes em um terreno desconhecido, apostando com convicção que dessa vez seria vitoriosa.
A coragem de encarar o desconhecido a fazia crer que a felicidade estava por vir. Apesar de, às vezes, a insegurança tentar tomá-la, ela não deixava absorvê-la, porque sabia que se não tentasse, se não vivesse, jamais saberia se estava certa.
Sempre fora assim. E sempre as pessoas tentavam avisá-la para ir com cuidado. Mas ela só sabia viver intensamente. O que podia fazer? Entregava-se sem temores. Vivia tudo como queria. Não tinha medo do futuro, mesmo porque sabia que era incerto. E saber disso fazia com que ela aproveitasse muito mais a vida, muito mais as pessoas e, certamente, muito mais as paixões. Ah, sim as paixões! Essas eram sempre arrebatadoras. Porque não tinha medo de encará-las. Porque não tinha medo de assumi-las. E, o mais importante, porque não tinha medo de sofrê-las. Sofrimentos que lhe arrancavam lágrimas, que deixavam marcas, que tentavam derrubá-la. Tiravam-lhe noites de sono, proporcionavam-lhe olhares cansados e roubavam-lhe sorrisos.
Mas ela não se importava, porque passavam e a deixavam mais forte. Sofrimentos os quais ela escolhia dar o nome de experiências.
E assim ia descobrindo várias formas de amor e de amar...
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